Isso que vou relatar pra vocês aconteceu comigo a uns dois anos atrás
quando eu estava com 20 anos. Sou loira, tinha seios grandes e firmes e
uma bela bunda. Meu pai estava envolvido com madeireiros e grilagem de
terras e só sei que ele estava devendo muita grana pra gente da pesada e
por causa disso eu fui seqüestrada e só pude voltar pra casa depois de
quase quatro anos.
Eu fui levada para o interior da mata e lá tive de viver com uma família
de garimpeiros que ganhavam pra me manter presa ali. Eram três negros e
uma mulher negra que me vigiavam e me faziam trabalhar. Aqueles quatro
andavam sem roupa e como os homens viviam dentro da água garimpando
pareciam índios que não usavam roupa.
Assim que cheguei lá aquela mulher tirou todas as minhas vestes e as
guardou pra ela. Fiquei completamente nua e logo recebi elogios daqueles
três negros que alisavam os meus peitos e batiam na minha bunda. Aquela
mulher estava grávida e pelo que vi ela se relacionava com os três. Ela
imediatamente interveio com ciúmes e me jogou dentro de um cercado de
bambu com umas galinhas.
Os dias foram se passando e eu completamente nua sofria a noite com os
insetos e passava os dias na volta daquela mulher que me controlava e me
fazia fazer todos os afazeres. Tinha de capinar, varrer, plantar e
colher legumes. Eu ficava olhando aqueles três homens negros e via seus
enormes paus balançando e via que eles me olhavam também.
Eu fazia tudo que aquela mulher negra mandava e também se não fizesse ela me esbofeteava e não me dava de comer.
Numa tarde ela estava me vendo capinar e comentou dos meus fartos seios
que dependurados balançavam. Ela alisando a sua barriga de gestante me
pediu se eu já tinha sentado numa vara de um negro. Eu só gesticulei com
a cabeça dizendo que não então ela alisando a barriga me disse pra
olhar o que acontecia quando se sentava numa vara daquela. Ela então
veio até mim e começou a apertar os meus seios e se admirando do tamanho
deles começou a perguntar se eu já tinha visto uns paus grandes como
aqueles três tinham. Disse que não, que eram enormes. Nisso ela começou a
perguntar se eu sabia que os três estavam loucos pra me comer.
Gesticulei novamente dizendo que não então ela disse: também, com essa
pele lisinha e essa bundinha firme e com esses fartos e firmes seios
eles não vão sossegar enquanto não te saborearem na vara deles.
Ora, disse ela, eu já estou na terceira gestação, vamos ver se tu
grávida não despenca também. Sabe o que, disse ela, vou te dar pros três
de engravidarem também, até porque eu sempre tive pouco leite e tu com
esses peitões poderá amamentar os dois nenês e ainda sobrará leite pro
meu gato.
Quando quis falar já levei uma bofetada que cai no chão e ela só me disse ou vai ser na boa ou vai ser na ruim.
Ela então me fez largar a enxada e me fez ir com ela onde estava um
daqueles negros trabalhando no rio. Ela o chamou e ele subindo a
barranca já ouviu dela que ele teria uma hora comigo. Ele imediatamente
caiu de boca nos meus seios e minha buceta já começou a se babar. Quanto
mais ele sugava meus mamilos mais minha buceta se encharcava. Aquela
negra pegou o pau dele na mão e o punhetando me pegou pelo cabelo e me
fez cair de boca nele. Chupa sua vagabunda, dizia ela. Eu chupava e me
engasgava que quase vomitava quando ela empurrava minha cabeça no pau
dele. Aquele pau era enorme então o segurava com as mãos e o mamava como
uma cadela apavorada e via seus enormes ovos cheios de porra balançando
e se contraindo pra gozar. Aquele negro estava tão excitado e com tanto
tesão pra me comer que começou a dizer que iria gozar na minha boca,
que era pra eu parar de chupar. Continua chupando sua puta, mandou a
mulher grávida. Goza na boca dela, dizia ela pra ele. Ai dessa puta se
cair só uma gota no chão, se abaixou ela no meu ouvido dizendo isso e me
mandando engolir toda a porra dele. Continuei sugando e punhetando
aquela vara quando então minha boca começou a ser inundada com a porra
dele. Não paravam de vir jatos de porra que eu chegava a me engasgar e
ela empurrando minha cabeça dizia engole vaca, bebe sua putinha
branquela. Engoli todo o leite dele então ele se escorou em uma pedra já
com o pau mole dependurado. Aquela mulher viu que do pau dele ainda
vertia o restinho de porra então me pegando pelo cabelo me fez chupar
mais aquele pau já mole pra sugar todo o leite. Enquanto estava de
cócoras sugando aquela lingüiça já desfalecida fui surpreendida com o
dedo daquela mulher na minha buceta. Olha só, disse ela, se babou toda,
ta toda encharcada. Nisso ela me pegou pelo braço e me levou dali. Agora
tu vai levar porra na buceta sua vagabunda, vamos botar leite nestas
tetas.
Chegando a outro ponto do rio ela mandou o outro homem se deitar no chão
e eu de quatro chupava seu pau e sugava seus ovos. Pronto puta, disse
ela, essa vara ta dura de rachar, senta nela antes que ela também encha a
tua boca de porra.
Eu ao mesmo tempo em que estava apavorada, pois aquela vara preta enorme
estava sem camisinha e eu estava desprotegida, também estava com tesão
de estar sendo submissa deles. Coloquei-me sobre aquele negro e fui
ajeitando aquele pau sem camisinha na porta de entrada da minha buceta e
o comecei a empurrá-lo pra dentro de mim. Comecei a gemer e ele
sentindo o calor da minha apertadinha buceta agarrou meus seios e me
puxando sobre ele começou a empurrar sem dó aquela vara pra dentro de
mim. Eu sentia aquela vara me alargando e cutucando meu útero e aquela
mulher ainda me apertava sobre ele até que a ouvi dizer isso sua
putinha, está com toda a lingüiça dentro da panela. Eu não sei como, mas
eu estava tão puta pela circunstância de estar ali literalmente sendo
usada como uma cadela que minha buceta se babou e se dilatou que
acomodou toda aquela vara dentro dela.
Come ela de quatro, disse a mulher. Coloquei-me de quatro e aquele negão
sem perder tempo me socava e meus peitos balançavam enquanto minha que
buceta era arrombada. De repente aquela mulher se colocou de joelhos
atrás de mim e começou a alisar os ovos do negão e o beijando dizia pra
ele encher a minha buceta. Vamos querido, emprenha essa cadela, deixa
ela que nem eu, ficava dizendo ela enquanto alisava e apertava o saco
dele. Não foi muito aquele negão estaqueou seu pau no fundo da minha
buceta e já comecei a sentir o meu útero sendo inundado pela porra
quente dele. Ele puxou seu pau pra fora já meio mole e já senti minha
buceta arrombada deixar verter o leite quente dele.
Sai caminhando com ela ao encontro do terceiro rapaz e enquanto que
caminhávamos minhas coxas se melavam com a porra dele e aquela mulher
passava seu dedo na porra que escorria e a comia e também dava pra eu
comer. È bom dizia ela, hoje a noite vamos nós duas chupar os três e
beber o leite quentinho direto da fonte.
Ao chegarmos ao terceiro rapaz a mulher estava louca pra dar e ficamos a
duas de quatro, uma do lado da outra. Então aquele negrão intercalava
as bucetas só que ficava mais na minha. Eu também quero dizia ela, vem
me comer e só vai enfiar na buceta dela quando tu for pra gozar. Aquele
negrão socava o pau dele naquela buceta já alargada e enfiava seu dedo
na minha buceta mais apertadinha. Logo ele tirou seu pau da buceta da
mulher e o enfiou na minha e quando a sentiu mais apertadinha e quente
socou mais algumas vezes e explodiu num gozo fenomenal. Aquele pau não
parava de latejar dentro de mim de tanta porra que descarregava.
Depois de tudo fui me banhar no rio, mas passei o resto do dia sentindo
verter porra da minha buceta. A noite conforme ela tinha falado nós duas
se atracamos a chupar e era latente que os três preferiam a minha
buceta. Era claro que ela tinha ciúmes e só pra me judiar quando eu
estava de quatro tomando na buceta ela veio e pegou o pau e babando o
meu rabo o direcionou para o caminho do meu cu. Quieta vagabunda, só me
disse ela, sem pestanejar. Aquele negro começou a forçar a porta de
entrada do meu cu e quando aquela cabeça escorregou numa só vez pra
dentro rompendo a pressão do meu rabo eu gemi apavorada e tive meu cu
preenchido com toda aquela vara. Eu gemia e implorava e quanto mais
implorava mais ele empurrava. Meu cu ardia e se esquentava que parecia
que pegava fogo, até que ele encheu meu rabo de porra. Logo veio o
segundo e me pegando já quase desfalecida, deitada na cama e de bunda
pra cima, aproveitando o rabo ainda aberto enfiou a outra lingüiça pra
dentro do meu cu.
Agora aqueles negros estavam à vontade, me comiam quando queriam e eu
tinha me transformado numa chupadeira de primeira, bebia porra todos os
dias e pra não sobrar tanto pro meu cu deixava minha buceta tão puta que
eles gozavam intensamente nela que até esqueciam-se do meu cuzinho.
Haviam se passados quatro meses e eu já nem mais sabia o que era
menstruar. Meus seios já tinham dobrado de tamanho e aquela mulher tava
pra ganhar o bebê dela. Eu já estava grávida de quatro meses quando
aquela mulher deu a luz a um lindo menino. Foi ali mesmo o parto, só
veio uma senhora indígena de uns 75 anos que era a parteira. Eu já
estava de quatro meses e como bem tinha dito aquela mulher ela não tinha
leite. Meus seios estavam inchados e pesados e quando eu ouvi o choro
daquele bebê e o colocaram pra me sugar logo comecei a dar leite.
Eu já estava amamentando aquele menino a um mês quando a parteira
retorna e pergunta se eu não poderia também amamentar uma outra criança
de uma outra localidade que a mãe tinha falecido no parto.
Eu estava de 05 meses de gestação, amamentava aquelas duas crianças e
ainda era usada pelos três homens. Eu já caminhava como uma indígena,
nua e com as tetas caindo. Como tinha um bebê na casa agora nós só
transa-vamos no mato, como os índios, pois todos dormiam no mesmo
cômodo. Então primeiro pela manhã eu amamentava o bebê e ele sugava uma
das minhas tetas e quando eu saia pela trilha da mata com a outra teta
gotejando de cheia de leite para ir amamentar o outro bebê aqueles
negros estavam me esperando. Eu tinha de ficar de quatro e mesmo grávida
tinha a minha buceta arrombada e lotada de porra. Eu já ia sozinha até a
casa daquele vizinho que dava uns três quilômetros dali. Até espingarda
eu podia levar por causa das onças. Até porque era impossível eu fugir
dali, eram centenas de quilômetros de mata até a vila mais próxima. Eu
caminhava e enquanto que a porra deles vertia da minha buceta meus
peitos gotejavam leite e molhavam minha barriga.
Próximo a casa do vizinho havia um riacho que eu me lavava e depois de me banhar amamentava a outra criança.
Naquele dia na volta quando fui cruzar o riacho me deu vontade de fazer
xixi e eu senti uma forte cólica, quando então ali sozinha na mata eu
passei mal e tive um aborto espontâneo. A parteira me deu um monte de
chá e cuidou de mim e depois de duas semanas eu já estava bem.
Aquelas crianças já estavam com um ano de vida e já estavam me sugando a
um ano. Não sei por que motivo, mas eu levava porra quente todos os
dias e não mais tinha engravidado.
Como bem tinha dito aquela mulher agora eu não era mais novidade e nem
mais tinha uns peitos e bunda firmes. Estava com as tetas caídas que
quando ficava de quatro quase se encostavam ao chão, estava cheia de
estrias nas tetas, na barriga e na bunda, estava com a buceta e rabo
arrombados e com a buceta cabeluda. Em dois anos aqueles negros me
detonaram. Meu cuzinho e minha buceta tinham se moldado pra aqueles paus
grossos de 25 e 30 centímetros que um pinto pequeno não tinha mais
graça. Sempre que eu voltava do vizinho já com as duas tetas murchas e
caídas sem muito leite era quase sempre assediada por dois jovens índios
que me mostravam seus paus duros. Naquele dia resolvi satisfazer os
jovens e sem falar nada me coloquei de quatro virando a bunda pra eles e
eles rapidamente correram com o instinto primitivo de machos
reprodutores em minha direção. O primeiro que chegou se ajoelhou
rapidamente atrás de mim e cravou seu pau de uma só vez na minha buceta.
Minha buceta ainda estava arrombada e babada da porra matinal dos
negões que aquele pau entrou que quase não senti. Ele me socou como um
cachorro enfurecido e em menos de dois minutos derramou seu leite quente
dentro do meu útero. Foi ele sair que o outro já tomou seu lugar e mais
rapidamente gozou dentro de mim. Fiquei ali sentada numa pedra por uma
hora enquanto que esperava a porra deles escorrer bem pra fora da minha
buceta.
No dia seguinte segui minha rotina, acordei com as tetas cheias de leite
e amamentei. Ai então já imaginado que aqueles jovens indígenas
estariam novamente me esperando resolvi deixar minha buceta mais
apertadinha pra eles. Com isso fiz de tudo pros negros não me socarem e
paguei uma bela mamada pra eles. Eles adoraram e eu engoli a porra
fresquinha matinal que eles produziram a noite e segui pro vizinho
satisfeita com o meu reforço no café da manhã. Voltando já com as tetas
murchas fui surpreendida pelos dois jovens e vi que com eles no mínimo
tinha mais uns oito jovens.
Sai da trilha e quando me embrenhei na mata vi que na verdade havia com eles mais uns quinze jovens.
Como uma boa puta babei bem minha buceta e no meio da mata fechada com
os pernilongos picando minha bunda, meus seios e meu rosto me coloquei
de quatro e comecei a recepcionar na minha buceta aquelas varas. Aqueles
jovens não falavam a minha língua e tão pouco sabiam que poderiam socar
a minha boca. Estava levando na buceta quando puxei um deles pela perna
e tentei abocanhar o seu pau. Ele rapidamente me empurrou e se esquivou
acreditando que eu ia o morder. Fiquei abrindo a minha boca, chupava os
meus dedos enquanto que a minha buceta era disputada por dezenas de
paus e eles não entendiam. Três deles já tinham gozado na minha buceta
quando então eu com muito jeito fui conseguindo passar a língua no pau
de um deles. Ele foi perdendo o medo e eu lambendo sua cabeça consegui
colocá-lo na boca e quando eu botei a minha boca pra chupar e a minha
língua pra acariciar aquela vara ele gozou como um touro na minha boca.
Eu abri a minha boca cheia de porra e mostrei pros demais que eu estava
com a porra dele dentro da boca e ai todos vendo engoli e reabri a boca
já vazia. Agora eles já não mais tanto disputavam a minha buceta, mas
sim a minha boca. Agora estava rendendo, estava engolindo porra e ao
mesmo tempo em que engolia sentia gozarem na minha buceta. Eu nunca
tinha feito isso, mas aquela porra me dava mais energia, pois eu tinha
de literalmente amamentar dois terneiros sugadores e ainda tinha de
trabalhar na lavoura. Aqueles índios esvaziavam seus sacos na minha boca
e buceta, porém me traziam frutas e carnes assadas. Eu passei mais de
um ano engolindo porra daqueles índios e a quantidade só aumentava,
porém nunca mais senti fome, pois alem da porra ganhava comida.
Graças a aqueles índios eu consegui voltar pra casa, pois no dia que
eles me levaram próximo a aldeia deles eu vi que havia descido um
pequeno avião lá, que foi a minha passagem de volta.
Vocês podem achar que eu exagerei e que algumas coisas são demais, mas
ainda hoje existem mulheres nessa situação. Eu na verdade amei tudo que
passei lá e até hoje me pergunto se não teria sido melhor ter ficado lá.
Nunca relatei nada pra ninguém e aquela submissão que eu vivi muitas
queriam ter passado e eu passei. Eu senti na pele o que é ser uma fêmea
submissa que não tem escolha, que é posta de quatro como um cadela e
recebe uma enorme vara na buceta que irá lhe engravidar. Tive de beber
porra e em muitas vezes a implorava para amenizar a minha fome. Pude
sentir uma enorme vara preta pulsando dentro da minha buceta que me
alargava e me engravidava; pude ver e sentir meus peitos se inchando de
leite; pude ver o leite jorrar dos meus volumosos seios; pude depois de
ser usadas pelos três negões se sentar em um canto e sentir a porra
verter da buceta e o leite gotejar dos seios com aquela fraqueza nas
pernas de ter gozados como uma cadela por diversas vezes; pude beber
porra de mais de vinte paus de uma só vez e pude ainda sentir o que é
mais de uma dezena de paus encherem a buceta de porra. Eu aproveitei e
fui puta, hoje levo uma vida normal e com as tetas caídas todas vão
ficar, eu só fiquei um pouco antes. Tchau e espero que gostaram.
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